Carta à Igreja de Sardes

 

 

 

Ao anjo da igreja em Sardes escreve: Estas coisas diz aquele que tem os sete Espíritos de Deus e as sete estrelas: Conheço as tuas obras, que tens nome de que vives e estás morto. 2 Sê vigilante e consolida o resto que estava para morrer, porque não tenho achado íntegras as tuas obras na presença do meu Deus. 3 Lembra-te, pois, do que tens recebido e ouvido, guarda-o e arrepende-te. Porquanto, se não vigiares, virei como ladrão, e não conhecerás de modo algum em que hora virei contra ti. 4 Tens, contudo, em Sardes, umas poucas pessoas que não contaminaram as suas vestiduras e andarão de branco junto comigo, pois são dignas. 5 O vencedor será assim vestido de vestiduras brancas, e de modo nenhum apagarei o seu nome do Livro da Vida; pelo contrário, confessarei o seu nome diante de meu Pai e diante dos seus anjos. 6 Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas.1

Ao anjo da igreja em Sardes escreve: Estas coisas diz aquele que tem os sete Espíritos de Deus e as sete estrelas: Conheço as tuas obras, que tens nome de que vives e estás morto.

Ao anjo da igreja em Sardes escreve; temos pouquíssimas referências em relação à cidade de Sardes e muito menos ainda sobre a igreja primitiva localizada nela. Pelas anotações de Josefo podemos deduzir que existiam alguns judeus na cidade, porém tratava-se de uma cidade predominantemente pagã.

Teria sido uma cidade luxuosa na Ásia menor, capital da Lídia no sétimo século a.C.; nesta época era próspera devido ao ouro encontrado em um rio que passava pela cidade. Produzia também prata e outras pedras preciosas. No primeiro século de nossa era após sofrer o domínio de grandes conquistadores a partir do sexto século antes de Cristo tinha seu antigo prestígio irrecuperável.

Talvez por isso o autor espiritual do Apocalipse diz que ela tinha nome, se referindo à glória de seu passado, mas que estava morta. Um trocadilho dizendo da glória do mundo o que quase sempre significa morte espiritual, pois o que ali era cultivado era idolatria.

Estas coisas diz aquele que tem os sete Espíritos de Deus e as sete estrelas; Aquele que tem os sete Espíritos de Deus é o próprio Cristo, o autor do Apocalipse.

Ele, no planeta Terra é a autoridade máxima, o Plenipotenciário Divino, tem sob seu controle todos os Espíritos.

As sete estrelas já foi dito eram os anjos ou guias espirituais das igrejas, os sete Espíritos podem ser estes mesmos anjos, que são Espíritos, ou alguns mais próximos do Cristo. Seria o Espírito Santo, que são os Espíritos que auxiliam Jesus em Sua governança espiritual desde o princípio da história planetária. Poderíamos chamá-los de “ministros” do Cristo. Lembramos que o número sete é simbólico, não representa sete unidades, mas trata-se de um número que expressa completude e perfeição.

Conheço as tuas obras, que tens nome de que vives e estás morto. O Cristo conhece todas as nossas obras, a nossa conduta, a intimidade de nossos corações, não conseguimos enganá-lo. Ele nos acompanha desde o início de nossa evolução, sabe de cada pormenor de nossa personalidade.

Como dissemos no início de nossos comentários sobre a cidade de Sardes, no sentido literal o fim deste versículo pode se referir à antiga glória da cidade em contraponto ao seu momento no final do primeiro século que era de obscuridade.

Espiritualmente podemos ver aí nossas contradições quando nos dizemos religiosos e nos posicionamos como materialistas, ou quando buscamos manter em qualquer nível uma reputação, mas que na intimidade não somos nada daquilo que tentamos aparentar. Quando isto se dá, tentamos nos passar por vivos espiritualmente falando, mas verdadeiramente estamos mortos, pois o salário do pecado é a morte2.

2 Sê vigilante e consolida o resto que estava para morrer, porque não tenho achado íntegras as tuas obras na presença do meu Deus.

Sê vigilante; esta é uma orientação importante presente em todo Novo Testamento. Trata-se de uma necessidade nossa, pois por estarmos mais vinculados à ignorância do que ao Bem, ainda somos muito vulneráveis, sendo sempre oportuno a máxima com que nos alerta o Senhor:

Vigiai e orai…3

e consolida o resto que estava para morrer; consolida, o sentido deste verbo aqui é tornar estável, fortalecer, salvar.

Lembramos neste passo da Carta de Judas:

E apiedai-vos de alguns, usando de discernimento; e salvai alguns com temor, arrebatando-os do fogo, odiando até a túnica manchada da carne.4

Ou ainda do apóstolo Paulo:

Fiz-me fraco para com os fracos, com o fim de ganhar os fracos. Fiz-me tudo para com todos, com o fim de, por todos os modos, salvar alguns.5

Jesus desceu dos páramos celestiais para nos resgatar do erro e das trevas, através deste exemplo vemos o carinho e o cuidado que Ele tem com todos os que o Pai o confiou. Aqui Ele expressa que mesmo estando em situação de grande dificuldade devido às nossas imprudências, ainda existe esperança. Mesmo que numa comunidade existam os que não desejam se recompor, há aqueles por quem devemos lutar pela salvação, ou ainda, se temos em nosso psiquismo grande soma de erros, existe uma centelha do Criador que vive e merece ser resgatada.

Se somos dissipadores dos Bens imortais, Deus é pródigo de amor, e nos sustentando nos mostra como deseja que façamos com nossos irmãos de humanidade.

porque não tenho achado íntegras as tuas obras na presença do meu Deus. Quem tem achado que a conduta não é íntegra é o Cristo, que como dissemos não erra na sua avaliação, deste modo, estejamos atentos.

Podemos também compreender como sendo nossa consciência superior, esclarecida. O que ela tem achado de nossas realizações?

Esta palavra obra se repete muito no Apocalipse, devemos entendê-la não como um produto pronto, mas como a nossa conduta. Muitas vezes é mais o processo do que o resultado.

Íntegro quer dizer inteiro, completo. Devemos aqui entender esta palavra em seu sentido figurado que quer dizer incorruptível, perfeito.

O Evangelho nos ensina que tudo o que fizermos devemos fazer do melhor modo, como se a Deus fizéssemos. Assim, nossas realizações devem ser perfeitas, íntegras, se nós quisermos que elas sejam reconhecidas por Deus, pois o Criador tem um padrão de qualidade e Ele não reconhece nada em desacordo com este padrão. Só se mantivermos esta qualidade total é que poderemos nos dizer na Presença de Deus. Podemos ver aqui o conceito moderno de “campo”, pois só com realizações neste nível nos manteremos no Campo de Deus, pois este é o Seu idioma, é só assim que Ele entende, se quisermos manter esta conexão superior temos que primar pela qualidade. Podemos chamar isto de padrão Crístico de qualidade.

Resta-nos observar apenas, que para confirmar nossos comentários, antes do Nome do Ser Supremo temos o pronome meu que quer dizer de Deus no padrão de entendimento do Cristo, portanto, é padrão elevado mesmo. Se fosse na presença do nosso Deus, seria Deus de acordo com o nosso entendimento, o que poderia significar um padrão inferior, entretanto não é o que está expresso aqui.

Pode-se alguém afirmar que Deus é sempre o mesmo, pois Ele não evolui. Isto é verdade; porém a nossa concepção de Deus evolui de acordo com o nosso progresso. O entendimento da Divindade por parte do primata não é o mesmo nosso, e do mesmo modo o nosso não é o mesmo do de Cristo.

Concluindo temos que, se quisermos nos salvar, isto é, sermos resgatados da morte, temos de nos manter na Presença de Deus o que se dá através de uma conduta superior em termos de realizações, estando estas em plena harmonia moral.

3 Lembra-te, pois, do que tens recebido e ouvido, guarda-o e arrepende-te. Porquanto, se não vigiares, virei como ladrão, e não conhecerás de modo algum em que hora virei contra ti.

Lembra-te, pois, do que tens recebido e ouvido; esta é uma observação que serve para todos nós independente da escola religiosa a que estamos vinculados.

Como dissemos no início destes comentários, não temos grandes notícias sobre a igreja de Sardes, entretanto se ela existia nesta época apostolar e de testemunhos autênticos em favor do Evangelho, grandes verdades foram veiculadas ali por estes pioneiros da Boa Nova.

Assim, a referência do versículo tem valor histórico, sendo também de grande atualidade, pois em época alguma da humanidade tivemos a oportunidade de termos de forma tão clara e lúcida a mensagem de Jesus sendo divulgada em todas as faixas de evolução. Ninguém pode dizer que não a recebeu. Mesmo os povos que não conhecem ainda a belíssima história do Filho de José e Maria, têm outros grandes enviados Dele a ensinarem Sua Poderosa Mensagem de Amor.

Portanto, temos recebido e ouvido grandes lições que são verdades imorredouras, lembremos disto e delas, o que quer dizer, coloquemo-las em prática. É o que expressa a continuidade do versículo: guarda-o e arrepende-te

Guardar é observar, viver; como nas anotações de João:

Se alguém me ama, guardará a minha palavra; e meu Pai o amará, e viremos para ele e faremos nele morada.6

E arrepender podemos entender como converter-se, mudar a faixa mental, transformar-se para melhor, o que só se dá pela aplicação do Bem que se conhece.

Porquanto, se não vigiares, virei como ladrão; esta é uma observação típica da literatura apocalíptica. Em sua escatologia o Filho do homem vem sempre sem avisar, num momento de surpresa. O tema se repete várias vezes no Evangelho.

Não precisamos mais comentar sobre a necessidade de vigilância, cremos já estar isto claro.

Sobre a vinda do Senhor como ladrão, é interessante observar que a própria cidade de Sardes já tinha por mais de uma vez esta experiência. Por volta do ano 546 a.C seu rei foi derrotado pelos persas sob o comando de Ciro, de surpresa à noite. Em 334 a. C., foi a vez de se renderem a Alexandre o Grande, e em 214 a.C., sob o líder selêucido da Síria, Antíoco.

Portanto, materialmente já conheciam o que significava não estar de atalaia. O processo espiritual é o mesmo, se não nos mantivermos em harmonia com as “coisas do Alto” tornamo-nos vulneráveis, e quando menos esperar somos surpreendidos por situações de baixo padrão que podem nos escravizar por tempo muito longo. É importante que quando formos submetidos ao “juízo”, em qualquer tempo, estejamos preparados a fim de sermos promovidos a uma etapa melhor. Não esqueçamos, só o Cristo nos faz competentes para estarmos diante do Senhor.

e não conhecerás de modo algum em que hora virei contra ti. É a continuidade do versículo trazendo a mesma ideia como forma de reforçá-la o que é natural na literatura hebraica. Se não compreendemos quando é dito de um modo, entendemos quando falado de outro, ou pela repetição.

Está em foco aqui a necessidade de estarmos sempre ajustados ao Bem. Os Espíritos nos influenciam muito mais do que imaginamos diz a literatura da Terceira Revelação, todavia só vão agir de acordo com a permissão que dermos a eles em nossos corações.

4 Tens, contudo, em Sardes, umas poucas pessoas que não contaminaram as suas vestiduras e andarão de branco junto comigo, pois são dignas.

Tens, contudo, em Sardes, umas poucas pessoas que não contaminaram as suas vestiduras; quando analisamos um texto complexo como este do Apocalipse, onde existem muitos símbolos, é preciso que busquemos na própria literatura bíblica material para desvendarmos toda esta simbologia.

Em Isaías temos:

Desperta, desperta, reveste-te da tua fortaleza, ó Sião; veste-te das tuas roupagens formosas, ó Jerusalém, cidade santa; porque não mais entrará em ti nem incircunciso nem imundo.7

Paulo nos afirma em Romanos:

mas revesti-vos do Senhor Jesus Cristo e nada disponhais para a carne no tocante às suas concupiscências.8

É ainda de Paulo a orientação:

Porque convém que isto que é corruptível se revista da incorruptibilidade e que isto que é mortal se revista da imortalidade.9

E o próprio Jesus ao falar da felicidade messiânica através de uma parábola nos mostrou qual seria a condição básica para a alcançarmos:

E o rei, entrando para ver os convidados, viu ali um homem que não estava trajado com veste nupcial. E disse-lhe: Amigo, como entraste aqui, não tendo veste nupcial? E ele emudeceu. Disse, então, o rei aos servos: Amarrai-o de pés e mãos, levai-o e lançai- o nas trevas exteriores; ali, haverá pranto e ranger de dentes. Porque muitos são chamados, mas poucos, escolhidos.10

Portanto, as vestiduras, isto é, as “vestes”, simbolizam a realidade profunda do próprio Espírito; onde não contaminar as suas vestiduras é o mesmo que não se deixar corromper.

Vemos aqui outro ponto importante. As cartas do Apocalipse são destinadas às sete igrejas; mesmo cada uma, se tratada individualmente têm alertas para toda a comunidade de uma forma geral, todavia, a realização da salvação é individual, cada um a fará por si.

Na comunidade de Sardes predominava a transgressão à Lei do Senhor, todavia haviam alguns poucos que não se corromperam, e Jesus teve olhos de ver estes, e neles investiu. A literatura mediúnica espírita é também pródiga em nos revelar esta mesma realidade, não poucas vezes vemos uma equipe espiritual se projetar numa região sombria, de grandes trevas, para salvar alguns poucos que estão preparados para receberem o auxílio do Alto naquele instante, enquanto outros são deixados até que do mesmo modo se capacitem para receber o amparo.

Assim, aprendemos que devemos semear em todos os ambientes, mas tendo olhos de ver aqueles que já se encontram preparados para as primeiras florações; do mesmo modo, vemos a necessidade de nos capacitarmos cada vez mais e aguardar com paciência, pois quando for a nossa vez, quando como servidores já estivermos preparados, o serviço no Bem aparecerá de modo natural.

e andarão de branco junto comigo, pois são dignas. Esta segunda parte do versículo vem confirmar o que dissemos comentando a primeira, a contaminação da vestimenta é o mesmo que se tornar indigna. Revela uma incapacidade da criatura para estar na presença do Senhor.

O branco é um símbolo da pureza, da unidade [o branco é a união de todas as cores], da integridade, e também da alegria da vitória11.

Os que andam de branco são os que são íntegros, unos no Senhor. Como Ele é o Puro por Excelência, os que se vestirem de branco andarão com Ele, isto é, se acharão em Seu Campo, em Sua faixa de vibração.

E o que os capacitarão para isto? A sua dignidade. Que além de ser uma qualidade moral, aqui significa o ato de ter-se feito merecedor. Ou seja, para andarmos com o Cristo, para estarmos na Sua presença, que é o mesmo que ser cristão, temos que ser dignos, nos fazermos merecedores por qualidade moral.

5 O vencedor será assim vestido de vestiduras brancas, e de modo nenhum apagarei o seu nome do Livro da Vida; pelo contrário, confessarei o seu nome diante de meu Pai e diante dos seus anjos.

O vencedor será assim vestido de vestiduras brancas; vencedor, expressão usada em todas as cartas para nomear os que conseguem realizar de modo satisfatório seu projeto reeducativo. São os que venceram suas próprias imperfeições e domaram suas más tendências. Estes vestirão vestes brancas que como vimos é a realidade do Espírito virtuoso. São os que têm o coração renovado, um novo espírito.

e de modo nenhum apagarei o seu nome do Livro da Vida; segundo a tradição judaica Deus escreve o destino das criaturas em livros, todas as coisas realizadas pelos Espíritos estão lá anotadas. Há um livro especial que é o Livro da Vida nele está escrito o nome dos salvos, aqueles em que as virtudes superaram os vícios, os acertos foram maiores do que os erros, que por isso foram perdoados pelo Criador.

Mas não vos alegreis porque se vos sujeitem os espíritos; alegrai-vos, antes, por estar o vosso nome escrito nos céus.12

Entendemos desta forma que nós é quem escrevemos nosso nome no Livro de Deus com as nossas atitudes. Jesus, por ser o representante maior do Criador entre nós tem acesso tanto ao Livro quanto aos nossos corações. Se nos mantivermos puros, dignos, íntegros dos valores do Espírito, se a nossa realidade espiritual for a do sentimento renovado em Cristo, de modo nenhum o nossa Consciência Crística deixará de escrever ou apagará nosso nome da relação dos Bem aventurados.

A afirmação deste versículo de que o nome poderá ser apagado, tanto quanto a de Êxodo, 30: 33: Então, disse o Senhor a Moisés: Aquele que pecar contra mim, a este riscarei eu do meu livro, dão a entender que no início todos os nomes estão escritos no Livro dos Salvos, ou seja, que iniciamos nossa história de vida em Deus, depois é que optando pelas transgressões nos desajustamos tendo assim que recompor nosso destino em busca da perfeição.

pelo contrário, confessarei o seu nome diante de meu Pai e diante dos seus anjos. O tema é o mesmo de Mateus, 10: 32, apenas com a variação de algumas palavras. Lá Jesus diz, apesar de que a palavra usada pelo evangelista é outra, que aquele que O confessar, ou O declarar diante dos homens, Ele o confessará ou o declarará diante de Deus nos céus.

Todavia devemos entender tanto numa passagem como na outra esta confissão como uma identificação ou união do declarante com o declarado. Razão esta por que não se trata de uma confissão simples num momento apenas, mas de uma vida dedicada que é a própria declaração.

Como sabemos, num momento de fraqueza Simão Pedro negou Jesus, e por três vezes, todavia Jesus não o negou diante de Deus, pois Simão entregou toda sua vida ao Cristo. Muitos cristãos de nossos dias têm feito o contrário, têm confessado o Cristo com belas palavras, seja em seu templo de fé ou até mesmo em ambientes vários no dia a dia, entretanto através de sua conduta materialista têm O negado constantemente. Terão estes o nome confessado pelo Cristo ao Seu Pai?

Aqui se faz importante compreender o que é ter o nome confessado pelo Cristo. A expressão diz de um momento de juízo. Temos a oportunidade de realizar vivendo ou não o bem, confessando ou não o Cristo. Portanto confessar o Cristo é ter uma consciência ajustada a Deus. Este é o primeiro momento, o do plantio.

No seguinte, o da colheita, que representa o juízo, é o Cristo ou a nossa consciência profunda declarando-nos a Deus tal qual nos fizemos.

Neste momento, que é de seleção, o que predominará será a afinidade espiritual. Se tivermos construído um consciência cristã ela permitirá nosso ingresso na Realidade de Deus, se não, ela nos retornará a novas experiências na matéria, que aí será considerado por nós como um “inferno” devido ao que perdemos no Seio do Pai e de Seus Anjos que aqui representam Espíritos redimidos já plenamente identificados com o Bem.

 

6 Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas

É a mesma expressão das outras cartas nos convidando a aguçar os ouvidos espirituais e ouvir o que Deus através de nossa consciência tem a dizer a cada um de nós. Prestemos, portanto, atenção.

 

Leia o Capítulo 2 - O início do estudo sobre as Sete Igrejas

 

 

1 Apocalipse, 3: 1 a 6

2 Romanos, 6: 23

3 Mateus, 26: 41

4 Judas, 1: 22 e 23

5 I Coríntios, 9: 22

6 João, 14: 23

7 Isaías, 52: 1

8 Romanos, 13: 14

9 I Coríntios, 15: 53

10 Mateus, 22: 11 a 14

11 Cf. Apocalipse, 2: 17

12 Lucas, 10: 20

 


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