Deus

 

Evolução da Ideia de Deus

É de todos os tempos a crença em uma entidade superior.

Na questão n° 6 de “O Livro dos Espíritos”, Allan Kardec pergunta aos Espíritos, se esse sentimento íntimo que temos da existência de Deus, não é fruto da educação que recebemos. Eles respondem que não: “Se assim fosse, por que existiria nos vossos selvagens esse sentimento ?”

Já no homem primitivo, naquele momento em que podemos chamar de “horizonte agrícola”, ou seja, o mundo das primeiras formas sedentárias de vida social, vemos duas formas gerais de racionalização do universo: a concepção da Terra-Mãe e a do Céu-Pai. O céu é o deus-pai, que fecunda a terra, deusa-mãe.[1]

Na civilização egípcia, há uma inversão de posições; o céu é a mãe e a terra é pai. Isso se dá devido à maior importância da terra ou do céu para a vida das tribos.

Com o desenvolvimento mental do homem, há um progresso natural da divindade, e o surgimento da mitologia popular, impregnada de magia

Num outro momento, encontramos a primeira forma de religião antropomórfica, conseqüência da experiência concreta do culto dos ancestrais: deuses-lares, manes e deuses-locais, como os deuses dos “nomos” egípcios, ou seja, das regiões do antigo Egito.

Esse entendimento humano de vários deuses, neste momento evolutivo, é explicado por Kardec na questão 521 de “O Livro dos Espíritos”, como uma confusão feita pelos antigos, dos espíritos com o próprio Criador: Os antigos fizeram, desses Espíritos, divindades especiais. As musas não eram senão a personificação alegórica dos Espíritos protetores das ciências e das artes, como os deuses Lares e Penates, simbolizavam os Espíritos protetores da família.(...)

Emmanuel, o iluminado guia de Chico Xavier, conta em seu livro, A Caminho da Luz, que já no antigo Egito, sabia-se da existência  do Deus-Único:

Nos círculos esotéricos, onde pontificava a palavra esclarecida dos grandes mestres de então, sabia-se da existência do Deus Único e Absoluto, Pai de todas as criaturas, e Providência de todos os seres, mas os sacerdotes conheciam igualmente, a função dos Espíritos prepostos de Jesus, na execução de todas as leis físicas e sociais da existência planetária (...)

Desse ambiente reservado de ensinamentos ocultos, partiu então, a idéia politeísta dos numerosos deuses(...)[2]

 Mas foi em Moisés, na sua qualidade de mensageiro Divino, que vimos pela primeira vez a popularização da idéia do Deus Único. Voltemos ao livro já citado de Emmanuel:

Todas a raças da Terra  devem aos judeus esse benefício sagrado, que consiste na revelação do Deus Único, Pai de todas as criaturas e Providência de todos os seres.

O Grande legislador dos hebreus trouxera a determinação de Jesus, com respeito à simplificação das fórmulas iniciáticas, para compreensão geral do povo. A missão de Moisés foi tornar acessíveis ao sentimento popular as grandes lições que os demais iniciados eram compelidos a ocultar.[3]

Apesar da grandeza espiritual do líder hebreu, a inferioridade do povo daquela época, fez a necessidade de um entendimento humanizado de Deus, conforme vemos nos textos do Velho Testamento, onde o Criador é tratado como vingativo, sanguinário; o verdadeiro “Senhor dos Exércitos”.

A história de certa forma se repete com Jesus:

Desce dos Planos Maiores da Espiritualidade, aquele que é o Espírito mais evoluído que já pisou neste planeta, trazendo a idéia mais clara a respeito de Deus: Pai de toda a Humanidade.

O Deus do entendimento do Cristo não é o déspota zeloso e parcial, mas o Pai que acolhe a todos com sua infinita Misericórdia.

Ele está presente no amor do “Samaritano”, na recuperação daquela que era obsidiada por “Sete demônios” e na conversão de Saulo de Tarso.

Mas os “ditos cristãos” fizeram Dele, um ser à imagem e semelhança do homem. Novamente o ser vingativo que mandava queimar quem não seguisse seus preceitos, um ser misterioso, complicado, envolvido no “mistério da santíssima trindade”, algo sem lógica e inexplicável até os dias de hoje.

Por isso, coube ao Espiritismo explicar, à luz da ciência e com a simplicidade dos verdadeiros Cristãos, o entendimento real do Criador.

Visão Espírita de Deus

As revoluções comercial e industrial trouxeram para Humanidade um grande desenvolvimento tecnológico e científico, mas também uma grande mudança na maneira de pensar.

A fé e a existência de Deus passaram a ser questionadas, buscando uma lógica e um bom senso apoiado nestas mudanças realizadas.

A igreja, que até então era a dona da verdade, começava a ser desmentida pelos fatos. A idéia da criação em sete dias de 24 horas, o aparecimento do homem na Terra há 4.000 anos antes de Cristo já não tinha apoio científico, e as divergências da moral pregada e da moral praticada começava a jogar por terra a existência de Deus, e o materialismo passou a se tornar uma tendência crescente entre os homens.

É nesse momento de amadurecimento da Humanidade, que os Espíritos nos induzem a ter a verdadeira compreensão de Deus.

A questão é tão importante para a formação de uma nova mentalidade, que o Codificador dedica todo o primeiro capítulo da primeira parte de O Livro dos Espíritos a um estudo sobre Deus, aprofundando o tema mais tarde em vários artigos da Revista Espírita e em outras obras de sua autoria.

Allan Kardec trata o tema com tanta competência que, já na primeira pergunta de “O livro dos Espíritos”, questiona: “O que é Deus ?”

Notamos sua sabedoria já no formular da questão; a pergunta é “O que é Deus”, e não “Quem é Deus”. Desta forma, o grande pensador francês tirou a idéia de personalidade e individualidade do Criador, pensamento este muito bem desenvolvido pelo filósofo italiano Pietro Ubaldi em sua obra A Grande Síntese, quando estuda a idéia do Monismo. Deus conforme o entendimento espírita é não só transcendente, mas também imanente.

É então que os Espíritos nos respondem: Deus é a Inteligência Suprema, Causa primária de todas as coisas, nos mostrando o caráter de Criador do Ser Supremo. Tudo o que existe veio Dele, ou seja, Ele é a Causa primária, ou primeira (como querem alguns), de tudo o que existe. E para mostrar aos intelectuais de então que esta afirmativa tem base científica, os Espíritos nos esclarecem sobre a prova da existência de Deus: um axioma que aplicais às vossas ciências. Não há efeito sem causa, esta é a prova da existência de Deus. Procurai a causa de tudo o que não é obra do homem e a vossa razão responderá.[4]

Portanto, se há uma casa em algum lugar, alguém a construiu, se existe uma determinada música, houve um compositor que a fez. Desta forma, procuremos o que não pode ser obra do homem, e veremos que houve uma Entidade Superior que assim a fez.

Não importa, como diz o próprio Codificador em seu livro Obras Póstumas, se chamamos essa Causa Primária de Deus, Jeová, Alá, Brama, Fo-Hi, Grande Espírito, etc. O que temos que ver é que se os efeitos são inteligentes, é sinal que a causa é inteligente. E é devido à perfeição dos efeitos que os Espíritos nos mostram ser Deus, não um ser inteligente, mas, a Inteligência Suprema.

Uma outra questão tratada pelo Codificador que devemos aqui lembrar, é a da natureza divina. Pode o homem ver Deus? Entender a sua intimidade ? E ele responde no item 8, do capítulo 2, do livro A Gênese:

 Não é dado ao homem sondar a natureza íntima de Deus. Para compreendê-lo, ainda nos falta o sentido próprio que só se adquire por meio de completa depuração do Espírito. Mas se não pode penetrar na essência de Deus, o homem, desde que aceite como premissa a sua existência, pode pelo raciocínio, chegar a conhecer-lhe os atributos necessários, porquanto, vendo o que ele absolutamente não pode ser, sem deixar de ser Deus, deduz daí o que ele deve ser.

Atributos divinos

Deus é eterno. Se tivesse tido começo, alguma coisa havia existido antes dele, ou ele teria saído do nada, ou então, um ser anterior o teria criado. É assim que, degrau a degrau, remontamos ao infinito na eternidade.

É imutável. Se tivesse sujeito à mudança, nenhuma estabilidade teriam as leis que regem o Universo.

É imaterial. Sua natureza difere de tudo a que chamamos matéria, pois do contrário, ele estaria sujeito às flutuações e transformações da matéria e, então, já não seria imutável.

É único. Se houvesse muitos Deuses, haveria muitas vontades e, nesse caso, não haveria unidade de vistas, nem unidade de poder na ordenação do Universo.

É onipotente. Se ele não dispusesse de poder soberano, alguma coisa ou alguém haveria mais poderoso do que Ele; não teria feito todas as coisas e as que ele não houvesse feito seriam obra de outro Deus, então Ele não seria único.

É soberanamente justo e bom. A sabedoria providencial das leis divinas se revela nas mínimas coisas como nas maiores e essa sabedoria não permite se duvide nem da justiça, nem da sua bondade.

A soberana bondade implica a soberana justiça, porquanto se Ele procedesse injustamente ou com parcialidade numa só circunstância que fosse, ou com relação a uma só das criaturas, já não seria soberanamente justo, e em conseqüência, já não seria soberanamente bom.

Deus é infinito em todas as suas perfeições.

Se O supuséssemos imperfeito em um só de seus atributos, se Lhe tirássemos a menor parcela de eternidade, de imutabilidade, de imaterialidade, de unidade, de onipotência, de justiça e de bondade, poderíamos imaginar um ser que possuísse o que lhe faltasse, e esse ser, mais perfeito do que ele, é que seria Deus.

Para finalizar, gostaríamos de lembrar de um outro ponto tratado pelos Espíritos, quando respondem a questão 536 deO Livro dos Espíritos(...) Deus não exerce ação direta sobre a matéria (...), como a definir para todos nós que o Criador tem em seus Filhos já mais evoluídos, verdadeiros co-criadores  a auxiliá-Lo na execução de Suas Leis.

Lei de Deus

Conceito de Lei: Regra de direito ditado pela autoridade estatal e tornada obrigatória para manter numa comunidade a ordem e o desenvolvimento.

O que é a Lei de Deus?

Também chamada Lei Divina ou Natural, é a Lei com a qual o Criador regula o funcionamento do Universo. Deus criou esta Lei , como a nos indicar o que devemos ou não fazer. É Lei natural, porque é a tendência natural da criatura respeitar esta Lei, e só somos felizes quando estamos em acordo com Ela.

É eterna e imutável como o próprio Deus; se assim não fosse não seria obra de Deus, e geraria o maior transtorno nas relações universais.

Segundo os Espíritos, respondendo a questão 621 de O Livro dos Espíritos, ela está gravada na consciência de cada um de nós. E podemos afirmar que isto assim se realiza desde o princípio da nossa existência, sendo este o porquê de estarmos sempre buscando a nossa evolução, através do aperfeiçoamento de nós mesmos.

O Criador, que é todo Sabedoria, ao criar esta Lei, instituiu a mecânica de equilíbrio do Universo. Quando desrespeitamo-la, não desequilibramos nada, a não ser nós mesmos (porque um desequilíbrio do microcosmo não pode alterar o macrocosmo), e desta forma somos induzidos a voltar à observância da Lei, pelos mecanismos da mesma. É o que chamamos de Lei de Causa e Efeito que, segundo orientação de nossos mentores da espiritualidade, é uma subdivisão da grande Lei.

Todas as leis da Natureza são leis divinas, pois que Deus é o autor de tudo(...), afirmam os Espíritos na questão 617 de O Livro dos Espíritos, e continuam: O sábio estuda as leis da matéria, o homem de bem estuda e pratica as da alma.

Vem daí o próprio entendimento do que seja moral. Na questão 629 do livro citado, vemos a seguinte afirmativa: A moral é a regra de bem proceder, isto é, de distinguir o bem do mal. Funda-se na observância da Lei de Deus(...).

Em todos os tempos, Deus enviou até nós, mensageiros com a missão de nos fazer lembrar de suas leis. Moisés, Buda, Lao Tsé, entre outros, fizeram parte destes. Mas é em “Jesus” que vemos o modelo e o tipo mais perfeito que temos condição de aspirar na Terra, e a doutrina que ensinou é a expressão mais pura da Lei do Senhor.

Mas podemos nos perguntar: se o bem é a tendência natural, porque existe o mal? Não poderia Deus ter criado a Humanidade em melhores condições?

Deixamos a resposta com nosso querido mentor Emmanuel:

[Pergunta] Se o determinismo divino é o do bem, quem criou o mal?

[Resposta] O determinismo divino se constitui de uma só lei, que é a do amor para a comunidade universal. Todavia, confiando em si mesmo, mais do que em Deus, o homem transforma a sua fragilidade em foco de ações contrárias a essa mesma lei, efetuando, desse modo, uma intervenção indébita na harmonia divina.

Eis o mal.

Urge recompor os elos sagrados dessa harmonia sublime.

Eis o resgate.

Vede, pois, que o mal, essencialmente considerado, não pode existir para Deus, em virtude de representar um desvio do homem, sendo zero na Sabedoria e na Providência Divinas.

O Criador é sempre o Pai generoso e sábio, justo e amigo, considerando os filhos transviados como incursos em vastas experiências. Mas, como Jesus e os seus prepostos são seus cooperadores divinos, e eles próprios instituem as tarefas contra o desvio das criaturas humanas, focalizam os prejuízos do mal com a força de suas responsabilidades educativas, a fim de que a Humanidade siga retamente no seu verdadeiro caminho para Deus.[5]

Como vimos, o mal não é criação divina, mas opção do homem quando se afasta de Deus, no seu incerto caminhar. E como conseqüência, o Arquiteto do Universo, na sua infinita Misericórdia, permite que o mal cure o mal, trazendo o homem de retorno à Ele.

Concluindo: podemos dizer que, como afirmam os Espíritos na questão 648 de “O Livro dos Espíritos”, a subdivisão da Lei Divina em outras leis pode ser usada, mas não em caráter absoluto, e sim com finalidades didáticas, porque, na verdade, toda a Lei está contida na máxima evangélica: “Amai-vos uns aos outros, como Eu vos amei.” – Jesus(João:13,34)

Providência Divina

Providência é, neste mundo, tudo o que se faz dispondo as coisas de modo que se realizem objetivos de ordem e harmonia, visando o bem e a felicidade das criaturas, com a plena satisfação das suas reais necessidades, sejam físicas ou espirituais.

Segundo anotações de Kardec no livro A Gênese:

…a providência é a solicitude de Deus para com as suas criaturas. Ele está em toda parte(...), continua o codificador, (...) tudo vê, a tudo preside, mesmo às coisas mínimas. É nisto que consiste a ação providencial.

Está intimamente no Universo, manifestando-se em todas as coisas e por meio de leis admiráveis e sábias. Tudo foi disposto pelo amor do Pai, soberanamente bom e justo, para o bem de seus filhos, desde as mais elementares ações para a manutenção da vida orgânica e a sua transmissão, garantindo a perpetuação da espécie, até a faculdade superior do livre arbítrio, que dá ao homem o mérito da conquista consciente da felicidade, através da observância de suas leis.

A providência é, ainda, o Espírito Superior, é o anjo velando sobre o infortúnio, é o consolador invisível cujas inspirações reaquecem o coração gelado pelo desespero, cujos fluidos vivificantes sustentam o viajor prostrado pela fadiga; é o farol aceso no meio da noite, para a salvação dos que erram sobre o mar tempestuoso da vida.

Concluindo, podemos afirmar que é o Amor Divino a manifestar-se em nós, através da circunstância que, por sua vez, é a vontade do Criador em favor da criatura.

Como pode Deus, tão grande, tão poderoso, tão superior a tudo, imiscuir-se em pormenores íntimos, preocupar-se com os menores atos e os menores pensamentos de cada indivíduo?

Para responder a esta questão, temos um exemplo anotado por Allan Kardec, tirado de uma instrução dada por um Espírito, na Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas em 1867:

O homem é um pequeno mundo, que tem como diretor o Espírito e como dirigido o corpo. Nesse universo, o corpo representará uma criação cujo Deus seria o Espírito. (Compreendei bem que aqui há uma simples questão de analogia e não de identidade.) Os membros desse corpo, os diferentes órgãos que o compõem, os músculos, os nervos, as articulações são outras tantas individualidades materiais, se assim se pode dizer, localizadas em pontos especiais do referido corpo. Se bem seja considerável o número de suas partes constitutivas, de natureza tão variada e diferente, a ninguém é lícito supor que se possam produzir movimentos, ou uma impressão em qualquer lugar, sem que o Espírito tenha consciência do que ocorra. Há sensações diversas em muitos lugares simultaneamente? O Espírito as sente todas, distingue, e analisa, assina a cada uma a causa determinante e o ponto em que se produziu, tudo por meio do fluido perispirítico.

Análogo fenômeno ocorre entre Deus e a Criação. Deus está em toda parte, na Natureza, como o Espírito está em toda a parte, no corpo. Todos os elementos da criação se acham em relação constante com Ele, como todas as células do corpo humano se acham em contato imediato com o ser espiritual. Não há, pois, razão para que fenômenos da mesma ordem não se produzam de maneira idêntica num e noutro caso.

Um membro se agita: O Espírito o sente; uma criatura pensa: Deus o sabe. Todos os membros estão em movimento, os diferentes órgãos estão a vibrar; o Espírito ressente todas as manifestações, as distingue e localiza. As diferentes criações, as diferentes criaturas se agitam, pensam, agem diversamente: Deus sabe o que se passa e assina a cada um o que lhe diz respeito.

Daí se pode igualmente deduzir a solidariedade da matéria e da inteligência, a solidariedade entre si de todos os seres de um mundo,  de todos os mundos e, por fim, de todas as criações com o Criador.” (Quinemant )

Finalizando este sintético estudo, gostaríamos de deixar para meditação algumas palavras do nosso iluminado Allan Kardec, no seu livro A Gênese:

Compreendemos o efeito: já é muito. Do efeito remontamos à causa e julgamos da sua grandeza pela do efeito. Escapa-nos, porém, a sua essência íntima, como a da causa de uma imensidade de fenômenos. Conhecemos os efeitos da eletricidade, do calor, da luz, da gravitação; calculamo-los e, entretanto, ignoramos a natureza íntima do princípio que os produz. Será então racional neguemos o princípio divino, por que não o compreendemos? (...) Diante desses problemas insondáveis, cumpre que a nossa razão se humilhe. Deus existe: disso não poderemos duvidar. É infinitamente justo e bom; essa a sua essência. A tudo se estende a sua solicitude: compreendemo-lo. Só o nosso bem, portanto, pode ele querer. Donde se segue que devemos confiar nele: é o essencial. Quanto ao mais, esperemos que nos tenhamos tornado dignos de o compreender.

 



[1] Cf. Herculano Pires em O Espírito e o Tempo, cap. 2

[2] A Caminho da Luz pg. 43

[3] Idem – pg. 68 e 69

[4] Livro dos Espíritos  -  Questão 4

[5] O Consolador Questão 136

 

 

 


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